Investigações baseadas em celulares, aplicativos de mensagens, dados em nuvem e registros digitais passaram a ocupar papel central na produção de provas.
Nesse cenário, a atuação da advocacia criminal exige não apenas domínio jurídico, mas também compreensão técnica sobre a origem, preservação e validade dessas evidências.
Questões como cadeia de custódia digital, integridade dos dados e limites constitucionais da prova tornam-se elementos decisivos para garantir o contraditório e a proteção das garantias fundamentais.
Na era digital, compreender a tecnologia também significa compreender o processo.
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